Qualquer Coisa de Paz


Qualquer coisa de paz. Talvez somente a maneira de a luz a concentrar no volume, que a deixa, inteira, assente na gravidade interior de estar. Qualquer coisa de paz. Ou, simplesmente, uma ausência de si, quase lunar, que iluminasse o peso. E a corrente de estar por dentro do peso a gravitar. Ou planalto deContinue a ler “Qualquer Coisa de Paz”